O que significa completar quarenta anos?
Por que tamanha preocupação?
Por que tamanha preocupação?
Talvez por não me preocupar com isto passei direto por estes marcos, e quando me dei conta já tinha passado por muitos deles.
Entendo que a forma que temos de viver é que nos faz sentir e se importar com estes marcos de idade, quinze, dezoito, vinte e um, trinta, quarenta, cinqüenta, sessenta, sessenta e cinco, setenta e por aí vai.
Entendo que a forma que temos de viver é que nos faz sentir e se importar com estes marcos de idade, quinze, dezoito, vinte e um, trinta, quarenta, cinqüenta, sessenta, sessenta e cinco, setenta e por aí vai.
Talvez as mulheres, movidas por uma preocupação exagerada com a sustentação da beleza, se preocupem com estes marcos mais do que os homens. São as rugas, as manchas, as formas do corpo, o ressecamento da pele e dos cabelos, o manequim, a barriguinha, as varizes, a menopausa, os distúrbios hormonais, etc.
O homem por sua vez, preocupado talvez com a sua profissão, o seu salário, a competitividade, com o status, muito provavelmente começam a se preocupar com os marcos de idade nas fases mais adiantadas, muito mais por causa da ameaça da perda de virilidade do que pela vaidade com a beleza do corpo.
Entretanto nos dias atuais, creio que muitas mulheres já mudaram a sua forma de encararar estes marcos de idade há tanto estabelecidos e que tanto as preocupavam. Chegar a terceira idade já não é tão assustador assim, já que muitas mulheres estão nesta fase com uma disposição de fazer inveja a muitas de trinta. O mundo de hoje assim o permite, através de alimentação, cuidado com o corpo, recreação, lazer, estudos, atividades sociais, tratamentos, medicamentos, etc, que fazem com que, principalmente as mulheres aparentem idades bem abaixo do que possuem. O mesmo acontece com muitos homens que não desprezam os cuidados com a saúde, física e mental.
Envelhecer consciente e de forma saudável é o caminho, aproveitar a vida dentro das possibilidades de cada um, curtir os momentos, por mais simples que seja, um filme, um livro, uma caminhada na praia, ou no campo, uma ginástica, um chopinho, uma ida ao shopping, uma viagem, conhecer um novo lugar, pessoas, uma nova atividade,... ou seja, o importante é se divertir. Experimentar um novo corte de cabelo, uma nova cor ou roupa, novas amizades, a formação de uma nova rede de relacionamentos, traz sem dúvida uma melhora no astral das pessoas.
Interessante e que a maioria das pessoas, com raríssimas exceções, chegam aos trinta e se vêm com dezoito. Quando chegam aos quarenta, continuam se sentindo com se tivessem vinte ou vinte e cinco. Aos cinqüenta têm disposição de trinta. Aos sessenta fazem coisas que com quarenta sequer sonhavam fazer, por absoluta falta de tempo. Aos setenta, o corpo já cobra e se curva mas não impede a pessoa saudável de se manter ativa.
Aos oitenta estão por aí, mantendo muitas famílias, indo a shoppings, praias, viajando, dirigindo o próprio automóvel, enchendo os salões de beleza, praticando tai-chi, hidroginástica, Yoga, escrevendo, compondo, inventando, pesquisando, criando (veja Oscar Niemayer), representando, cantando, clinicando, advogando, praticando esportes, etc...
Então o que representa a idade que temos?
Salvo o desgaste natural provocado pelo envelhecimento celular, ter 20, 30,40, 50, 60, 70, 80,....nada mais é que um estado de espírito, o resto são convenções que só fazem atrapalhar aos que gostam e sabem viver.
Experiência se adquire enquanto se vive.
O negócio é aproveitar a vida responsavelmente e seguir o ditado “Curta a vida por que a vida é curta!"
O homem por sua vez, preocupado talvez com a sua profissão, o seu salário, a competitividade, com o status, muito provavelmente começam a se preocupar com os marcos de idade nas fases mais adiantadas, muito mais por causa da ameaça da perda de virilidade do que pela vaidade com a beleza do corpo.
Entretanto nos dias atuais, creio que muitas mulheres já mudaram a sua forma de encararar estes marcos de idade há tanto estabelecidos e que tanto as preocupavam. Chegar a terceira idade já não é tão assustador assim, já que muitas mulheres estão nesta fase com uma disposição de fazer inveja a muitas de trinta. O mundo de hoje assim o permite, através de alimentação, cuidado com o corpo, recreação, lazer, estudos, atividades sociais, tratamentos, medicamentos, etc, que fazem com que, principalmente as mulheres aparentem idades bem abaixo do que possuem. O mesmo acontece com muitos homens que não desprezam os cuidados com a saúde, física e mental.
Envelhecer consciente e de forma saudável é o caminho, aproveitar a vida dentro das possibilidades de cada um, curtir os momentos, por mais simples que seja, um filme, um livro, uma caminhada na praia, ou no campo, uma ginástica, um chopinho, uma ida ao shopping, uma viagem, conhecer um novo lugar, pessoas, uma nova atividade,... ou seja, o importante é se divertir. Experimentar um novo corte de cabelo, uma nova cor ou roupa, novas amizades, a formação de uma nova rede de relacionamentos, traz sem dúvida uma melhora no astral das pessoas.
Interessante e que a maioria das pessoas, com raríssimas exceções, chegam aos trinta e se vêm com dezoito. Quando chegam aos quarenta, continuam se sentindo com se tivessem vinte ou vinte e cinco. Aos cinqüenta têm disposição de trinta. Aos sessenta fazem coisas que com quarenta sequer sonhavam fazer, por absoluta falta de tempo. Aos setenta, o corpo já cobra e se curva mas não impede a pessoa saudável de se manter ativa.
Aos oitenta estão por aí, mantendo muitas famílias, indo a shoppings, praias, viajando, dirigindo o próprio automóvel, enchendo os salões de beleza, praticando tai-chi, hidroginástica, Yoga, escrevendo, compondo, inventando, pesquisando, criando (veja Oscar Niemayer), representando, cantando, clinicando, advogando, praticando esportes, etc...
Então o que representa a idade que temos?
Salvo o desgaste natural provocado pelo envelhecimento celular, ter 20, 30,40, 50, 60, 70, 80,....nada mais é que um estado de espírito, o resto são convenções que só fazem atrapalhar aos que gostam e sabem viver.
Experiência se adquire enquanto se vive.
O negócio é aproveitar a vida responsavelmente e seguir o ditado “Curta a vida por que a vida é curta!"
(Texto: Sérgio Rocha - assino embaixo)
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